BE apresentou Programa Autárquico do Concelho de Vila Real

O Bloco de Esquerda (BE) apresentou, ontem, na sede distrital, o Programa Autárquico do Concelho de Vila Real, composto, segundo o cabeça de lista Luís Santos, por cinco linhas orientadoras: viver com dignidade; mobilidade, urbanismo e habitação; desporto/cultura e património; ambiente e biodiversidade e regionalização, transparência e participação cidadã.

De entre os vários tópicos abordados na área social, habitacional e da mobilidade, o Bloco de Esquerda salientou a recuperação do centro de entendimento a jovens, uma vez que o considera fundamental; a gratuitidade dos transportes públicos para as pessoas que vivam e trabalham em Vila Real e a aquisição e recuperação de habitações devolutas ou em ruína na malha urbana e nas aldeias, resolvendo, desta forma, o problema da falta de habitação na cidade e a desertificação das aldeias da periferia. “Desta forma, poderíamos, não só, oferecer um leque mais alargado de habitação, mas também revitalizar, de alguma forma, as aldeias, num processo, evolutivo e não imediato”, acrescentou.

Relativamente ao desporto e à cultura, o BE propôs a revitalização do Monte da Forca, por forma a criar campos de jogos e outras instalações que funcionem como um chamariz para a população. “É difícil as pessoas irem para lá se não têm um bar ou um campo de jogos que possam servir a população”, referiu Luís Santos, frisando que o aumento da cobertura dos transportes urbanos contribuiria para o acesso da população a este espaço.

O BE realçou, ainda, que também se poderia aceder a este local através do Parque Corgo, através dos caminhos antigos e não dos passadiço que considera “uma opção corriqueira”.

No que diz respeito ao ambiente, o BE sugeriu a criação de um espaço verde no Parque de Tourinhas, que não está bem aproveitado, e a inclusão do Parque da Ciência na rede dos Centros de Ciência Viva.

Por fim, Luís Santos aproveitou o momento para sublinhar a discordância do BE relativamente ao projeto da ponto pedonal que prevê unir a Vila Velha e a Meia Laranja, caracterizando-o como um “grande absurdo”.

Notícia completa na próxima edição.

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