Chaves: inaugurada obra de requalificação exterior da Igreja de Nossa Senhora da Azinheira

Foi inaugurada a obra de requalificação exterior da Igreja de Nossa Senhora da Azinheira, na presença da Diretora Regional de Cultura do Norte, Laura Castro, e do Presidente da Fundação Iberdrola Espanha, Fernando García Sánchez. Uma cerimónia que marcou a conclusão da primeira fase da obra, o arranjo exterior do edifício, e apresentou da segunda fase da mesma, relativa à conservação e restauro do património deste imóvel.

A intervenção resulta de Protocolos celebrados entre a Fundação Iberdrola, a Iberdrola Generación (Projeto Tâmega), a Direção Regional de Cultura do Norte e o Município de Chaves, num investimento global de 173 mil euros.

Para o Presidente da Fundação Iberdrola Espanha, “a cultura é um elemento importantíssimo para unir povos, restabelecer alianças e criar lugares de diálogo e intercâmbio de ideias, como um elemento que atua como ponte entre diferentes pessoas povos e nações. Investimentos que ajudam a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, um dos objetivos prioritários da Iberdrola”, referiu Fernando García Sánchez.

Opinião partilha pelo Presidente da Câmara de Chaves, que ambiciona “deixar um legado maior do que aquele que herdou”. O autarca agradeceu o apoio fundamental da Iberdrola para a concretização desta intervenção, que veio travar a degradação do imóvel. Trata-se, para Nuno Vaz, de uma das joias do românico, numa componente religiosa, que continua a ser um edifício vivo, fruível e útil para a comunidade.

Para a Diretora Regional de Cultura do Norte, Laura Castro, este é um pequeno, mas significativo exemplar da arquitetura românica do norte de Portugal, que está a recuperar a sua presença e a sua condição, resgatado para o nosso tempo.

A obra de reabilitação exterior, executada pela empresa Reabitarte – Reabilitação, Restauro e Conservação, contemplou trabalhos de substituição integral da cobertura, incluindo o reforço estrutural da mesma, a substituição de rufos e caleiras, a limpeza e tratamento das alvenarias exteriores, bem como de elementos decorativos, o restauro de portas, vitrais e gradeamentos de proteção, assim como a drenagem periférica em toda a zona envolvente da Igreja, propriedade do Estado Português.

A intervenção foi financiada pela Fundação Iberdrola, através do Plano de Intervenção Românico-Atlântico, e pela Iberdrola Generación (Projeto Tâmega), no âmbito do Protocolo de Financiamento das Medidas de Minimização da Declaração de Impacte Ambiental do Sistema Electroprodutor do Tâmega, que visa essencialmente a valorização de património cultural.

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