CPV: Cristovão e Carvalho vencem primeira corrida em Vila Real

A dupla Miguel Cristóvão/Francisco Carvalho, no McLaren 570S GT4 da Araújo Competição, venceu, na tarde deste sábado, a primeira corrida da segunda jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook, no Circuito de Vila Real, cuja parte final foi pródiga em sobressaltos e dissabores para alguns pilotos, sendo de destacar o triunfo de Miguel Oliveira, o piloto de MotoGP da KTM, na classe TCR, fazendo dupla com o seu pai aos comandos do Hyundai i30 N.

O grande azarado da tarde foi, sem dúvida, Francisco Mora, autor da “pole position” e que dominou a corrida por completo… até ser forçado a parar, com problemas na bomba de gasolina do CUPRA, a 6 minutos do final. Mesmo assim, conseguiu classificar-se na quinta posição. Francisco Mora esteve na liderança desde a partida, muito bem secundado por Daniel Teixeira, cujo CUPRA também deu problemas ao piloto de Vila Real, que no final de contas ainda foi mais penalizado (12º lugar final) que Mora.

Francisco Carvalho ascendeu ao primeiro lugar absoluto graças ao problema de Mora, depois de ter conseguido superar o Porsche 911 Cup de Bruno Pires e de Fábio Mota, mas as duas equipas passaram por valentes sustos.

Segunda classificada, a dupla Bruno Pires/Fábio Mota esteve em plano de destaque, ao levar o Porsche 911 Cup da Fabela Sport ao segundo lugar absoluto e a uma vitória inquestionável na classe TCR, mas não sem sobressaltos mesmo no final.

O último lugar do pódio, em termos absolutos, foi conquistado por Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, no Audi R8, deixando evidente o acréscimo de competitividade. “Fizemos uma corrida de trás para a frente e até deu para experimentar algumas coisas para amanhã. Agora o comportamento do carro é bastante melhor”, referia Patrick Cunha. 

Em matéria de falta de sorte, não foram apenas os já referidos Mora e Teixeira a poderem lamentar-se, porque a dupla André Pimenta/Pedro Salvador, outra das candidatas à vitória com o McLaren 570S da SMC Junior Motorsport, também terminou a corrida de forma inglória e ocupava a quarta posição absoluta. Simplesmente, no momento da troca de piloto, o sistema de extinção de incêndio do habitáculo disparou e… Salvador já nem teve oportunidade de fazer o gosto ao pé.

De destacar o desempenho dos Skoda Octavia e o checo Ondrej Krupka foi sempre muito certinho, tirando o máximo partido da competitividade da sua “máquina”, para terminar num notável sexto lugar final e segundo da classe GTC.

Os três Ginetta da Tockwith Motorsports estiveram uns furos abaixo do habitual e se Paulo Sousa/Aubrey Hall, devido a problemas de motor, não completaram mais do que uma volta, os de Tom Roche/Marmaduke Hall e de Jemma Moore e Damian Hirst, acidentados nos treinos, rodaram com cautelas redobradas, de modo a concluir a corrida. António Veloso, por seu turno, foi forçado a abandonar quando a manga de eixo do Fiat 500 Abarth cedeu.

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