EMAR quer combater “Monstros Abandonados” em Vila Real

Após observação recorrente da colocação, nos pontos de recolha, de resíduos sólidos urbanos de grandes dimensões fora dos dias marcados para o efeito, a EMAR, em parceria com a FCC, entidade que presta o serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos, lançou, na passada sexta-feira, uma campanha de sensibilização sob o lema “Monstros Abandonados” no sentido de alertar a população para reter os seus objetos volumosos até ao dia de recolha, por forma a manter o concelho limpo. “Monstros domésticos são os objetos velhos, fora de uso, de grande volume e peso que são provenientes das habitações e, pelas suas características, não podem ser recolhidos pelos meios habituais de remoção. Estes resíduos são da responsabilidade de quem os produz e devem ser mantidos em sua posse até à data da recolha”, explicou Carlos Silva, vereador da Câmara Municipal de Vila Real responsável pela EMAR.

Para sensibilizar a população nesse sentido, serão colocados outdoors em locais estratégicos da cidade, mupis em paragens de autocarros, haverá campanhas de rua nas festas da cidade e em algumas aldeias do concelho; e serão, ainda, distribuídos flyers com as datas correspondentes à recolha de resíduos de grandes dimensões.

No circuito urbano, a recolha deste tipo de resíduos é feita uma vez por mês, na primeira segunda-feira de cada mês. Já nos territórios rurais, a recolha ocorre uma vez de dois em dois meses, na primeira semana dos meses par. Em ambos os casos, os resíduos terão de ser colocados ao lado dos pontos de recolha, dos contentores, na noite anterior a esse dia. Para os munícipes que têm urgência, estes poderão entregar o “monstro”, diretamente para o ecocentro sediado no aterro de Andrães. “Não será esta a imagem insalubre de monstros abandonados que os moradores da zona pretendem para o local. Por isso, apela-se ao sentido cívico de cada um para mantermos o concelho limpo”, afirmou Carlos Silva. 

Duarte Sanfins do FCC, por sua vez, mostrou-se confiante relativamente a esta campanha de sensibilização, adiantando que um grande número de pessoas não sabia a data exata para a deposição dos “monstros”. “Este é um tipo de resíduos que não é produzido diariamente e, por isso, alguns munícipes não faze ideia de como se podem desfazer destes resíduos. Acho que esta campanha vai ajudar bastante do ponto de vista informativo”, frisou.

CR

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