Francisco Rocha alerta para necessidade de investimento no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro

O deputado do PS eleito por Vila Real Francisco Rocha chamou a atenção da ministra da Saúde para “a necessidade imperiosa de continuar a prosseguir o caminho de investimento, de recuperação e de valorização do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD)”. O socialista acrescentou que tudo isto deve ser feito “não esquecendo nunca o ponto de partida de 2015, em termos de montante da dívida, indicadores de produtividade, nível de investimento e número dos seus profissionais”.

Francisco Rocha, que interpelava Marta Temido durante uma audição regimental na comissão de Saúde, traçou ainda uma lista de cinco prioridades que urge transformar em concretizações. A saber: A aquisição do segundo equipamento para tratamento de doentes com cancro (acelerador linear) para o Centro Oncológico; as obras de remodelação do bloco operatório do Serviço de Urgência do Hospital de Chaves; a solução para o Hospital D. Luiz I no Peso da Régua; a concretização da candidatura aprovada (POSEUR) para a eficiência energética do Centro Hospital de Trás-os-Montes e Alto Douro e a requalificação do Bloco de Partos do Hospital de São Pedro – Vila Real.

O parlamentar registou ainda três concretizações recentes: A inauguração das novas instalações da USF ‘Professor Nuno Grande’, em Vila Real; o novo aparelho de ressonância magnética do CHTMAD e contratação de profissionais que asseguram o seu funcionamento, bem como a recuperação das listas de espera do CHTMAD, com reforço de consultas nas especialidades médicas mais críticas, como a urologia.

A ministra garantiu que as exigências do socialista de Vila Real estão em diferentes fases de concretização e assumiu estar convencida num desfecho positivo para cada uma delas. Hoje em plenário, Marta Temido foi mais precisa e anunciou que a aquisição de um segundo equipamento para tratamentos oncológicos será concretizado no âmbito do Programa de Investimentos na Área da Saúde (PIAS), hoje aprovado em Conselho de Ministros, e que determina e calendariza a despesa para a realização de investimentos num montante superior a 90 milhões de euros.

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