Ideias para requalificação da cobertura do Museu das Termas Romanas de Chaves em discussão pública

Foi em sessão pública, realizada no passado dia 05 de julho, que a autarquia apresentou as três propostas resultantes do Concurso de Ideias para requalificação e valorização deste espaço tão emblemático da cidade flaviense.

Os proponentes tiveram a possibilidade de apresentar as suas propostas, previamente selecionadas por um júri técnico da autarquia, que passam agora a ser alvo de análise e contributos na página de consulta e discussão pública do website do município (https://www.chaves.pt/pages/102).

O Município dá assim a oportunidade a todos os flavienses de participarem ativamente na escolha do melhor projeto, política que tem vindo a ser adotada pelo executivo, promovendo o envolvimento dos mesmos nesta tomada de decisão, num projeto que a autarquia entende ser de grande relevância para o concelho e região do Alto Tâmega.

Para o autarca flaviense, Nuno Vaz “o que deve ser exaltado são as Termas Romanas que em breve se pretende disponibilizar para usufruto público. Conciliar o espaço interior com o exterior é fundamental para que este espaço possa ter a dignidade que merece e constituir-se como um instrumento fundamental de promoção do nosso território e atração turística”.

A proposta vencedora, pela equipa AND-RÉ – BRUNO ANDRÉ & FRANCISCO RÉ, LDA, conquistou um prémio de 10 mil euros, com um projeto num valor de execução estimado em 190 mil euros. Este consiste na definição de circuitos delimitados por áreas verdes, com um novo acesso através da Rua Cândido dos Reis, atribuindo ao espaço algumas funções que, em certa medida, poderão promover a sua atratividade, tais como uma área de convívio com a utilização de mobiliário urbano amovível e a utilização do elemento água como uma componente sazonal.

Esta equipa conseguiu ainda o terceiro lugar, com o prémio de dois mil e quinhentos euros, apresentando outro projeto com execução estimada de 168 mil euros, apresentando uma proposta que proposta consiste na instalação de canteiros com um “design” orgânico, com bancos de madeira incorporados, no qual a ventilação do museu ficará camuflada no interior dos elementos orgânicos.

Em segundo lugar, a proposta de ‘TELA ARQUITETURA & HUGO GUIMARÃES ARQUITETURA PAISAGISTA’, premiada com cinco mil euros, apresenta um projeto com execução estimada de 212 mil euros, pensada em termos de distribuição de espaços de estar e circulação em articulação com a área envolvente, recriando um cenário que se repercute no Museu (circuito da água).

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