Investigadora vila-realense participou no desenvolvimento da aplicação STAYAWAY COVID

Ana Nunes Alonso, investigadora no Laboratório de Software Confiável (HASLab), parte do INESC TEC & Universidade do Minho e, até recentemente, professora convidada na Universidade do Minho, é a vila-realense que faz parte da equipa de investigadores que elaborou a aplicação móvel  STAYAWAY COVID. 

Esta aplicação, lançada no início do passado mês de setembro por um grupo de investigadores do INESC TEC, pretende auxiliar a comunidade no rastreio da Covid-19 e mitigar a sua propagação, dado que permite, de forma simples e segura, que os seus utilizadores se mantenham informados sobre exposições de risco à doença, através da monitorização de contactos recentes.

Todo este processo começou durante o Estado de Emergência, quando Ana Nunes Alonso e o seu grupo de investigação estavam em teletrabalho: “Estávamos todos já em casa, em teletrabalho e começamos a pensar como é que poderíamos ajudar, considerando o conhecimento que temos e o que sabemos fazer. Foi assim que começamos a olhar para esta problemática. Olhamos para várias abordagens que já estavam a surgir, que estavam a ser propostas, tanto centralizadas como descentralizadas e começamos a trabalhar”, explicou a investigadora, referindo que a sua contribuição para a aplicação foi esta investigação inicial. De facto, nesta primeira fase, o grupo de investigadores analisou o que poderia fazer e, também, o que não deveria fazer, olhando para as propostas já existentes, o que lhes permitiu analisar qual o seu nível de utilidade e de contribuição para a comunidade.

Uma aplicação segura que respeita a privacidade 

Após o seu lançamento, a STAYAWAY COVID tem estado no centro do debate, quer pela recentes declarações do Primeiro Ministro, António Costa, sobre a sua obrigatoriedade, quer sobre a sua “perigosidade” relativamente ao desrespeito da privacidade dos utilizadores.

Notícia completa na edição nº 733, amanhã nas bancas.

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