O Verão do Nosso Desconfinamento acolheu 800 espectadores


Chegou ao fim o ciclo ‘O Verão do Nosso Desconfinamento’, que assinalou um primeiro regresso do Teatro Municipal de Vila Real à programação regular e durante cinco semanas, apresentou um leque de propostas artísticas com uma diversidade de géneros que passou pelo cinema, o teatro, a poesia e a música. 

A Praça Cénica, terraço que oferece uma panorâmica única para a cidade, o Parque Corgo e as serras do Marão e Alvão, acolheu cerca de 800 espectadores, incluindo turistas de visita à região e público de outras cidades do interior e do litoral que veio de propósito assistir aos espectáculos. 

Dadas as limitações que as actuais circunstâncias impõem, a lotação possível do espaço foi inferior à procura de bilhetes, o que é um sinal da vontade que o público tem de continuar uma vida cultural activa e participativa. O público, de facto, correspondeu admiravelmente, não só lotando quase todos os espectáculos mas também seguindo de maneira responsável e exemplar as orientações de segurança. 

Foram catorze espectáculos, catorze fantásticas noites de Verão num ambiente e paisagem únicos, em que a participação de artistas locais serviu também para mostrar o bom nível de criatividade e qualidade artística que se pode encontrar na região. 

Além das sessões de cinema ao ar livre, passaram pelo palco da Praça Cénica os seguintes artistas: Bié, Ángel Fragua, Lula Pena, Fábio Timor e Ricardo Tojal, Tainá, Charlie Mancini, Birds Are Indie, Susana Lopes, Evelyne Monteiro, Fábio Meneses, Diogo Moutinho e José Alexandre Marques (Quinteto de Sopros da Banda Sinfónica Transmontana), Vítor Hugo Ribeiro e Ari Martins (L Pertués), André Gago e Sandra 
Martins. 

A programação deverá regressar ao Teatro de Vila Real após o final do Verão. Até lá, podem ser visitadas as exposições patentes no Museu do Som e da Imagem e na Sala de exposições. Neste espaço está em exibição até ao final do mês a mostra de fotografia do Prémio Estação Imagem 2019, um importante prémio nacional de fotojornalismo, e, a partir de Setembro, uma extensão da 10.ª Bienal de Gravura do Douro. 

O Teatro e as exposições estarão abertas ao público no horário 14h00-20h00, de terça a sábado. 

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